Olá amiga Carmo! Gostei de ler este pedaço da história de Lisboa! Ainda me lembra, nos anos 60, aquelas cenas nos Elétricos. Como dizia, lá no meu blog, nem direita nem esquerda não estão interessados no caso de Sá Carneiro! Tenha um bom fim de Semana.
Carmo, que crónica mais do tempo dos primórdios da nacionalidade. Penso mesmo que foi neste, como se chama, maximbombo, que o D.Afonso Henriques conquistou a cidade de Lisboa aos mouros, os pobres quando viram semelhante máquina pensavam que era alguém do além... (brinco contigo!). Gostei de ler esta delícia, mas gostava mais que tivesses publicado aquela crónica, futurista, do veículo que amanhã me vai levar a Vénus. Beijo, querida Carmo. Carlos
Há sempre uma história... um Povo, um local... bom saber, recordar tradições,alegria...... quezílias, dor...mas a vida é mesmo uma constante transmutação. Boa semana. Bjs em seu coração.
* amiga, , outros tempos que eu vivi, quando era um imberbe e por Lisboa andiiiii ! , como é bela, a minha cidade adoptiva ! , parabéns e conchinhas, ficam, , *
Minha Querida Maximbombo... é sempre o maximbombo em qualquer lado! Troça-se dele, chamamos-lhe nomes...mas depois recordamo-lo com saudade! O Maximbombo faz crónicas esplenderosas como esta e proporciona fotografias históricas com alguma nostalgia...Parabens! beijocas e bom fds Graça
ma lufada e ar ar fresco na "Memória Colectiva", Porque é a minha cidade, aquela onde eu nasci. e embora não estando lá, dela nunca me esqueci. Na "Graça" tive o meu ninho, lá cresci e semeei amizade ...o que guardo de Lisboa é uma imensa saudade.
Que, aliás, "mato" frequentemente viajando no "28".
Carmo,
ResponderEliminarIsto é um belo pedaço da história de Lisboa.
Deliciei-me a ler, obrigado pela partilha.
Beijo :)
Olá amiga Carmo!
ResponderEliminarGostei de ler este pedaço da história de Lisboa! Ainda me lembra, nos anos 60, aquelas cenas nos Elétricos.
Como dizia, lá no meu blog, nem direita nem esquerda não estão interessados no caso de Sá Carneiro!
Tenha um bom fim de Semana.
Olá Carmo
ResponderEliminarRetalhos da história de Lisboa.
Obrigada pela partilha.
Bjs.
Não sei se o Museu da Carris
ResponderEliminartem estas imagens...
Carmo, isto é serviço público. Não sei que parte do meu imposto lhe fico a dever, mas se puder pago-lhe em sentimento, pode ser?
Carmo, que crónica mais do tempo dos primórdios da nacionalidade. Penso mesmo que foi neste, como se chama, maximbombo, que o D.Afonso Henriques conquistou a cidade de Lisboa aos mouros, os pobres quando viram semelhante máquina pensavam que era alguém do além... (brinco contigo!).
ResponderEliminarGostei de ler esta delícia, mas gostava mais que tivesses publicado aquela crónica, futurista, do veículo que amanhã me vai levar a Vénus.
Beijo, querida Carmo.
Carlos
Olá Carmo
ResponderEliminarÈ muito interessante ver estas fotos antigas.
e saber toda a sua historia.
boa semana
beijinhos
Há sempre uma história... um Povo, um local... bom saber, recordar tradições,alegria...... quezílias, dor...mas a vida é mesmo uma constante transmutação.
ResponderEliminarBoa semana.
Bjs em seu coração.
Olá Carmo
ResponderEliminarPelo vistos era um "bombo de festa".
Boa colheita.
Um abraço
A minha cidade...
ResponderEliminarUm beijinho e bom resto de semana, querida Carmo.
*
ResponderEliminaramiga,
,
outros tempos
que eu vivi,
quando era um imberbe
e por Lisboa andiiiii !
,
como é bela,
a minha cidade adoptiva !
,
parabéns e
conchinhas,
ficam,
,
*
Estas fotos antigas
ResponderEliminarsão o máximo!
Obrigado.
Saudações minhas
Minha Querida
ResponderEliminarMaximbombo... é sempre o maximbombo em qualquer lado! Troça-se dele, chamamos-lhe nomes...mas depois recordamo-lo com saudade!
O Maximbombo faz crónicas esplenderosas como esta e proporciona fotografias históricas com alguma nostalgia...Parabens!
beijocas e bom fds
Graça
ma lufada e ar ar fresco na "Memória Colectiva",
ResponderEliminarPorque é a minha cidade, aquela onde eu nasci.
e embora não estando lá, dela nunca me esqueci.
Na "Graça" tive o meu ninho, lá cresci e semeei
amizade ...o que guardo de Lisboa é uma imensa saudade.
Que, aliás, "mato" frequentemente viajando no "28".
Grato pela postagem
ARFER