
Vinham rosas na bruma florescidas
rodear no teu nome a sua ausência.
E a si se coroavam, e tingiam
a apenas sombra de sua transparência.
Coroavam-se a si. Ou no teu nome
a mágoa que vestiam madrugava
até que a bruma dissipasse o bosque
e ambos surgissem só lugar de mágoa.
Mágoa não de antes ou de depois. Presente
sempre actual de cada bruma ou rosa,
relativos ou não no espelho ausente.
E ausente só porque, se não repousa,
é nome rodopio que, na mente,
em bruma a brisa em que se aviva a rosa.
Fernando Echevarría, in “Poesia 1956-1979”
Mexe com alma!
ResponderEliminarSimplesmente lindo!!!
Olá, excelente fim de semana com planos pra uma semana de paz e alegrias, abraços.
ResponderEliminarDeixo uma pérola.
"Aqui está Deus no dia da criação. Ele olha para as estrelas e diz:
. 'Todas vocês, estrelas, movam-se para este lugar e comecem a avançar neste sentido, e movam-se
em um círculo e avancem exatamente como Eu lhes dizer até eu lhes dar outra palavra. Planetas
levantem-se e girem e façam esta formação em meu comando, até que eu lhes dê outra palavra.'
. Ele olha para as montanhas e diz: 'Levantem-se'. E elas lhe obedecem. Ele diz aos vales 'rebaixem-se'
e eles lhe obedecem. Ele olha para o mar e diz 'você vai vir até aqui', e o mar lhe obedece.
. Em seguida, ele olha para você e diz 'venha!' e você diz 'NÃO!'
. Será que isso incomoda alguém aqui?“
Paul Washer
http://hanukkalado.blogspot.com
http://valvesta.blogspot.com
Bonito poema .
ResponderEliminarBeijo.
Carmo, vim agradecer sua presença lá no Prosa, a gentileza de seu comentário e aproveito para conhecer seu espaço. Encontrei aqui um cantinho muito agradável, bem cuidado, onde vou ficando entre seus amigos, se me permitir.
ResponderEliminarMuito obrigada, beijos e uma ótima noite para você
CARMO
ResponderEliminarA Ria de Aveiro é de beleza única
Gosto muito de a cantar...Quando voltares a Aveiro avisa vou adorar estar contigo
beijos
RIA
Ria de Aveiro
Tão pouco te tenho cantado
Tão pouco te tenho escrito
E tu Ria...
Cheia de beleza
Cheia de canais
Com águas azuis e belas
Vais esperando que te cante
Que fale ao mundo
Da tua beleza sem fim
Dos teus barcos moliceiros
Coloridos e acolhedores
Do teu Rossio...
Da tua gente...
E da tua beleza...
Linda Ria de Aveiro.
LILI LARANJO
Olá Carmo
ResponderEliminarBelo , melancólico, sofrido.
Adorei!
Bjs.
Um soneto a preceito
ResponderEliminardo tempo em que eu nasci...
não conhecia
esta flor que aqui colhi...
Boa semana
bjinho
De como uma ausência pode se tornar presença constante na fragrância das rosas.
ResponderEliminarBelo poema.
Um beijo
Poema de uma beleza plena. Entra dentro da nossa alma, talvez porque tem alma nele.
ResponderEliminarAdoro rosas e envio para ti querida Carmo, uma rosa com um bjito de amizade.
Bom domingo
Belo poema...Espectacular....
ResponderEliminarCumprimentos
Procurei entender o poema mas foi de todo impossível entender o perfume das rosas.
ResponderEliminarElas se coroam de perfume e beleza que nos enche e preenche e nos encantam.
Boa escolha
Belo, envolvente, tocante, com a delicadeza das rosas!
ResponderEliminarBeijo :)
Rosas e poesia, uma bela conjugação.
ResponderEliminarBeijinhos
Lourdes
Poema daqueles que só podem ser compreendidos com a alma! E tão linda a canção...
ResponderEliminarObrigada por seguires o Sítio! Eu cá também venho mas, só quando me apetecer ler coisas tão belas... :)
Beijinhos.
terei de comprar um livro deste autor que tenho vindo a descobrir lentamente pela net e sempre com satisfação. agradeço também as suas visitas à tradução da memória. um beijinho.
ResponderEliminarLinda ROSA delicada
ResponderEliminarCada bruma florescida representa uma pétula
Cada pétula uma saudade
Cada espinho uma mágoa
Cada lágrima uma esperança.
Bjs em seu coração.
Olá Carmo
ResponderEliminarOs poemas que aqui colocas são sempre de uma beleza extrema...como estas rosas que florescem na bruma de cada manhã a lembrar-nos que o momento, será saudade no dia seguinte.
Beijo e bom fim de semana.
Graça
Aviva a Rosa nesse sábado em brumas.
ResponderEliminarE nessa turvação da atmosfera...
Quem me dera fazer jus ao meu nome:
E ser a Rosa flor.
Mas a dor me invade.
Tamanha cerração, reduz a visibilidade
Não vejo a Rosa em meu jardim.
Sendo assim, sigo-a!
assim como você me segue.
Seguiremos passo a passo...
O caminho ficará mais fácil.
Um beijo
Com grande carinho
Fátima
Lindo poema que aromatiza quem o lê. Beijinhos
ResponderEliminar